Uma nova verdade
uma nova verdade
que sentimento é esse que me causa inveja do passado dos outros?
"Vagabundos que o mundo repeliu, mas zombam e vivem nos filmes, nas ruas tortas com tabuletas: Fábrica, Barbeiro, Polícia, e vencem a fome, iludem a brutalidade, prolongam o amor, como um segredo dito no ouvido de um homem do povo caído na rua." (Carlos Drummond de Andrade)
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Meu corpo.
Tentei conhece-lo e desperta-lo.
Como se estivesse aqui em mim, e ao mesmo tempo ele esta longe do meu alcance em algum penhasco pendurado no seu limite e tenho que socorre-lo, porem dali ele não cai e não se salva tornando essa sensação angustiante que me parece ser eterna.
Pois o corpo que aqui esta, conheceu outro corpo. Que em espirito compartilha com o meu alguns dos mesmos desejos encobertos pela ética moral emprega a nós. Abertamente somos, agora, uma busca de prazeres submersos no osso e pele. Este novo corpo se desdobrou sobre minha busca individual e tornou-se minha atual busca mais indelicada e amorosa que eu jamais poderia ter imaginado. Posso dizer que a cada dia esse novo corpo em mina vida conhece uma nova sensação. No inicio se escondia em bravura indomável e me questionei se poderia para ele, demonstrar o que eu adoraria conhecer em mim refletindo nele essa sensação. Minha angustiando necessidade de me ser, agora se tornou em dar a ele o que eu desconheço em mim, essa minha falta em êxtase de mim agora é um êxtase puro por ele. Uma obsessão da minha vida, que me suporta a mente em meu corpo que sustenta minha alma no meu corpo e o espirito agora em mim é real e concreto.
Sou uma escrava da minha busca em dar-te o êxtase que se esconde em você mesmo, nada será real em mim se isso tiver fim, terei que me obrigar a resgatar os instantes em ti vivido em paginas e letras alguns rabiscos mal feitos com rasgos de canivete nos pulsos. Minha obsessão é ser em ti uma abertura para que conheça sua própria carne e seu próprio espirito em verdades táteis, sensível que é teu corpo me debrucei em maravilhar nele. Comparo teu corpo a uma ilha deserta inabitada porem com as ações da natureza impostas a todos, essa ilha também sofreu ações do mesmo e ali estava meu futuro maravilhoso de criatura tal maravilhosa quanto um diamante bruto e eu teria que me aventurar nela para conquista-la.
Ambos não conhecia-mos o que experimentamos juntos afirmando uma relação de afinidades e intimidades somente nossas, um mundo sendo costurado em panos de emoção e mares de ambição. Seriamos pois um casal de corpos, porém ele é meu êxtase em si. Sou eu sendo a paixão dele.
Tentei conhece-lo e desperta-lo.
Como se estivesse aqui em mim, e ao mesmo tempo ele esta longe do meu alcance em algum penhasco pendurado no seu limite e tenho que socorre-lo, porem dali ele não cai e não se salva tornando essa sensação angustiante que me parece ser eterna.
Pois o corpo que aqui esta, conheceu outro corpo. Que em espirito compartilha com o meu alguns dos mesmos desejos encobertos pela ética moral emprega a nós. Abertamente somos, agora, uma busca de prazeres submersos no osso e pele. Este novo corpo se desdobrou sobre minha busca individual e tornou-se minha atual busca mais indelicada e amorosa que eu jamais poderia ter imaginado. Posso dizer que a cada dia esse novo corpo em mina vida conhece uma nova sensação. No inicio se escondia em bravura indomável e me questionei se poderia para ele, demonstrar o que eu adoraria conhecer em mim refletindo nele essa sensação. Minha angustiando necessidade de me ser, agora se tornou em dar a ele o que eu desconheço em mim, essa minha falta em êxtase de mim agora é um êxtase puro por ele. Uma obsessão da minha vida, que me suporta a mente em meu corpo que sustenta minha alma no meu corpo e o espirito agora em mim é real e concreto.
Sou uma escrava da minha busca em dar-te o êxtase que se esconde em você mesmo, nada será real em mim se isso tiver fim, terei que me obrigar a resgatar os instantes em ti vivido em paginas e letras alguns rabiscos mal feitos com rasgos de canivete nos pulsos. Minha obsessão é ser em ti uma abertura para que conheça sua própria carne e seu próprio espirito em verdades táteis, sensível que é teu corpo me debrucei em maravilhar nele. Comparo teu corpo a uma ilha deserta inabitada porem com as ações da natureza impostas a todos, essa ilha também sofreu ações do mesmo e ali estava meu futuro maravilhoso de criatura tal maravilhosa quanto um diamante bruto e eu teria que me aventurar nela para conquista-la.
Ambos não conhecia-mos o que experimentamos juntos afirmando uma relação de afinidades e intimidades somente nossas, um mundo sendo costurado em panos de emoção e mares de ambição. Seriamos pois um casal de corpos, porém ele é meu êxtase em si. Sou eu sendo a paixão dele.
No tempo em que a humanidade havia escondido a luz para não se ver a beleza e as cores, um garoto nasceu com um coração que possuía uma luz bem clara e brilhante. Seu coração era uma estrela e ninguém sabia.
Sua claridade era tanta que cegava todos em sua volta pois todos eram acostumados a ficar no escuro assim não se podia ver as cores e toda a humanidade se acostumou ao cinza e ao negro levando ao esquecimento as cores.
Seus pais foram obrigados a fazer um colete de ferro para ser usado como uma roupa assim cobria a luz que iluminava o garoto.Porem a visão do garoto também era diferente, ele via as coisas mais claras com todas as cores que ninguém conseguia ver a muito tempo.
Sua existência era rara um milagre que teve de ser escondido pois deixava todos irritados com tal claridade.
Durante muitos anos o garoto carregou o peso por ser diferente, se sentia culpado por ter aquele coração brilhante.
Na escola era desprezado pois todos tinham medo de ficarem cegos se o colete de ferro saísse do garoto.
O mundo cada vez mais escuro, fez as pessoas esquecerem a compaixão, a bondade, a dignidade... a felicidade.
Todos adultos eram como maquinas, viviam para trabalhar.
Todos era como robôs, não se ouvia um bom dia ou boa tarde, não existiam parques para se andar de bicicleta e jogar bola, nem flores em vasos nas janelas das casa, nem borboletas tão pouco pássaros cantando. Tudo isso era apenas assunto de museus e livros.
Porem o garoto sempre foi bondoso e apesar de ser desprezado sempre procurou ajudar o próximo e ver a beleza em tudo que havia em sua volta.
Um dia foi decretado que o homem havia perdido sua visão que agora eles seriam guiados pela sua rotina.
O garoto sabia que deveria ajudar a todos mas sabia também que se assim o fizesse poderia ser preso para o resto da vida.
Um dia o garoto foi a praia com seus país que queriam mostrar ao garoto a imensidão do nado no horizonte do mar.
O garoto então se sentou no alto de umas pedras para apreciar o que nunca tinha visto; as ondas, as gaivotas ,o céu azul e suas nuvens quase brancas com contorno laranja e amarelo e um traço com tatas cores que ele não sabia o que era mais sabia que aquilo era a coisa mais linda que ele poderia ver na vida.
Um senhor bem velho veio andando na areia e gritou para o menino:
- Por que você esta ai observando a imensidão cinza e negra?
Então o garoto falou,
- Estou sentindo as cores que existem neste risco no céu, que parece um arco. Como chego nas suas extremidades? Existe um mundo colorido como isso em alguma de suas pontas?
O senhor então lhe disse;
- O que você descobriu se chama arco-íris, daria todos meus anos na vida para conseguir ver um. Quando o homem descobrir o quanto azul é o céu e tão magnifico são as cores de um arco-íris, iram se perder na beleza das coisas simples da vida . Nos resolvemos desprezar tudo que era mais belo que nós, esquecemos que somos apreciadores dessa beleza, podemos devorar toda beleza de uma flor sem precisar ter o aroma de uma delas.
O garoto então descobriu o por que de todos terem medo de sua claridade, descobriu que a humanidade havia sentido ciumes da natureza, de tudo que havia de belo ao seu redor e pensaram em esquecer da beleza afim de ser mais fácil continuarem a viver.
Voltou para casa com vontade de mostrar a todos as cores da vida.
Sua claridade era tanta que cegava todos em sua volta pois todos eram acostumados a ficar no escuro assim não se podia ver as cores e toda a humanidade se acostumou ao cinza e ao negro levando ao esquecimento as cores.
Seus pais foram obrigados a fazer um colete de ferro para ser usado como uma roupa assim cobria a luz que iluminava o garoto.Porem a visão do garoto também era diferente, ele via as coisas mais claras com todas as cores que ninguém conseguia ver a muito tempo.
Sua existência era rara um milagre que teve de ser escondido pois deixava todos irritados com tal claridade.
Durante muitos anos o garoto carregou o peso por ser diferente, se sentia culpado por ter aquele coração brilhante.
Na escola era desprezado pois todos tinham medo de ficarem cegos se o colete de ferro saísse do garoto.
O mundo cada vez mais escuro, fez as pessoas esquecerem a compaixão, a bondade, a dignidade... a felicidade.
Todos adultos eram como maquinas, viviam para trabalhar.
Todos era como robôs, não se ouvia um bom dia ou boa tarde, não existiam parques para se andar de bicicleta e jogar bola, nem flores em vasos nas janelas das casa, nem borboletas tão pouco pássaros cantando. Tudo isso era apenas assunto de museus e livros.
Porem o garoto sempre foi bondoso e apesar de ser desprezado sempre procurou ajudar o próximo e ver a beleza em tudo que havia em sua volta.
Um dia foi decretado que o homem havia perdido sua visão que agora eles seriam guiados pela sua rotina.
O garoto sabia que deveria ajudar a todos mas sabia também que se assim o fizesse poderia ser preso para o resto da vida.
Um dia o garoto foi a praia com seus país que queriam mostrar ao garoto a imensidão do nado no horizonte do mar.
O garoto então se sentou no alto de umas pedras para apreciar o que nunca tinha visto; as ondas, as gaivotas ,o céu azul e suas nuvens quase brancas com contorno laranja e amarelo e um traço com tatas cores que ele não sabia o que era mais sabia que aquilo era a coisa mais linda que ele poderia ver na vida.
Um senhor bem velho veio andando na areia e gritou para o menino:
- Por que você esta ai observando a imensidão cinza e negra?
Então o garoto falou,
- Estou sentindo as cores que existem neste risco no céu, que parece um arco. Como chego nas suas extremidades? Existe um mundo colorido como isso em alguma de suas pontas?
O senhor então lhe disse;
- O que você descobriu se chama arco-íris, daria todos meus anos na vida para conseguir ver um. Quando o homem descobrir o quanto azul é o céu e tão magnifico são as cores de um arco-íris, iram se perder na beleza das coisas simples da vida . Nos resolvemos desprezar tudo que era mais belo que nós, esquecemos que somos apreciadores dessa beleza, podemos devorar toda beleza de uma flor sem precisar ter o aroma de uma delas.
O garoto então descobriu o por que de todos terem medo de sua claridade, descobriu que a humanidade havia sentido ciumes da natureza, de tudo que havia de belo ao seu redor e pensaram em esquecer da beleza afim de ser mais fácil continuarem a viver.
Voltou para casa com vontade de mostrar a todos as cores da vida.
Surgiu em minha pele a fúria, surgiu em meu rosto a falta de vida. Surgiu em minha calma um papel.
as flores do nosso jardim suspenso cercados pelo mar de automóveis envoltos pelas casas suspensas que cobrem o céu que buscamos pela noite. Nossa busca de tranquilidade em meio ao caos. Apenas buscamos beleza em paredes pintadas e pessoas alucinadas perdidas em busca de algo.
esse foi uma das nossas lembranças de uma tarde de sol e vento gelado.
as flores do nosso jardim suspenso cercados pelo mar de automóveis envoltos pelas casas suspensas que cobrem o céu que buscamos pela noite. Nossa busca de tranquilidade em meio ao caos. Apenas buscamos beleza em paredes pintadas e pessoas alucinadas perdidas em busca de algo.
esse foi uma das nossas lembranças de uma tarde de sol e vento gelado.
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